é triste sentir o fim.
pressentir.
https://soundcloud.com/hakaisu/erased
apagando: borracha ou chama?
sexta-feira, 28 de junho de 2019
segunda-feira, 3 de junho de 2019
sexta-feira, 29 de março de 2019
29 = 11
Perdi vinte em vinte e nove amizades
Por conta de uma pedra em minhas mãos
Me embriaguei morrendo vinte e nove vezes
Estou aprendendo a viver sem você
Já que você não me quer mais
Passei vinte e nove meses num navio
E vinte e nove dias na prisão
E aos vinte e nove, com o retorno de Saturno
Decidi começar a viver
Quando você deixou de me amar
Aprendi a perdoar
E a pedir perdão
E vinte e nove anjos me saudaram
E tive vinte e nove amigos outra vez
sexta-feira, 15 de março de 2019
cores com nome de gosto.
"Origem da palavra cor
A cor está associada à beleza, mas os antigos também falavam de colorir para disfarçar. A palavra cor (em latim, color) é irmã da palavra ocultar (em latim, occulo). Ambas provêm de uma raiz indo-européia (anterior ao latim) kel, que significa esconder, encobrir. Colorir é também esconder com cores."
Conta pra mim, diz como eu te encontro.
Mas deixa o destino, deixe ao acaso...
terça-feira, 12 de fevereiro de 2019
falar sobre o entre (ou a que se destina)
falar sobre o entre (ou a que se destina)
que não te fira em dúvidas te peço
que não hesite em nuvens escuras seus pensamentos
ou que duvide sim
para que sinta a carne antes do corte
para que sinta de intensa forma
ira saliva queima a boca
mas que sua dúvida seja certa
que estou no vento por entre os seus cabelos
que te vejo sob o laranja do ultimo sol da tarde
direção mira de todos meus sentidos
meu sopro, meus olhos, meu riso
ainda que todos os impasses
você é um veio, meu caminho
eu, um rio.
que não te fira em dúvidas te peço
que não hesite em nuvens escuras seus pensamentos
ou que duvide sim
para que sinta a carne antes do corte
para que sinta de intensa forma
ira saliva queima a boca
mas que sua dúvida seja certa
que estou no vento por entre os seus cabelos
que te vejo sob o laranja do ultimo sol da tarde
direção mira de todos meus sentidos
meu sopro, meus olhos, meu riso
ainda que todos os impasses
você é um veio, meu caminho
eu, um rio.
quarta-feira, 30 de janeiro de 2019
quinta-feira, 10 de janeiro de 2019
este momento conserva dor
"Uma repetição de imbecilidades que acaba criando uma áurea de ignorância."
meu colega D.Schultz
meu colega D.Schultz
"Assim nasce o conservador
De todos os invernos
De todas as noites sangrentas
De todos os infernos
De todos os céus desterrados de perdão.
De toda obediência burra
Ao oficial, burocrata,
À coroa, ao cetro,
Ao papa, ao cura.
De todo medo
“Agora não, ainda é cedo”,
de todo gesto invertido para dentro,
de toda palavra que morre na boca.
Do obscurantismo, de todo preconceito,
de tudo que te cega, de tudo que te cala,
de tudo que lhe tolhe, de tudo que recolhes,
de tudo que abdicas, de tudo que te falta.
Um beijo o assusta,
um abraço o enfurece,
a dúvida o enlouquece,
a razão se esvanece no vácuo.
Germina, assim, uma impotência tão grande,
que deforma as feições e torna tenso o corpo,
o dedo em riste, a veia que salta no pescoço,
a boca transformada em latrina.
Assim nasce o conservador.
Ele teme tudo que é novo e se move.
É um ser frágil, arrogante, assustado…
e violento."
M. Iasi
De todos os invernos
De todas as noites sangrentas
De todos os infernos
De todos os céus desterrados de perdão.
De toda obediência burra
Ao oficial, burocrata,
À coroa, ao cetro,
Ao papa, ao cura.
De todo medo
“Agora não, ainda é cedo”,
de todo gesto invertido para dentro,
de toda palavra que morre na boca.
Do obscurantismo, de todo preconceito,
de tudo que te cega, de tudo que te cala,
de tudo que lhe tolhe, de tudo que recolhes,
de tudo que abdicas, de tudo que te falta.
Um beijo o assusta,
um abraço o enfurece,
a dúvida o enlouquece,
a razão se esvanece no vácuo.
Germina, assim, uma impotência tão grande,
que deforma as feições e torna tenso o corpo,
o dedo em riste, a veia que salta no pescoço,
a boca transformada em latrina.
Assim nasce o conservador.
Ele teme tudo que é novo e se move.
É um ser frágil, arrogante, assustado…
e violento."
M. Iasi
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