“Aí Sim”
(Marcelo Jeneci / Arnaldo Antunes).
Talvez
Eu consiga superar o temor
Da transformação
Talvez também
Eu decida mesmo só voltar
Pra minha prisão
Sigo assim
Escolhendo o que é melhor pra mim
Pode ser que eu me arrebente, mas
Levo a minha vida em frente
Eu já sei sou livre pra me prender
E aprender
A ter alegria
Aí sim
Vou aproveitar o arroz com feijão
Sem indecisão
Aí enfim
Vou saber qual é a direção
Do meu coração
aquela hora que o blog é a postagem pública secreta.
a tristeza duvidosa em forma de alegria, é um ska.
não parece, mas por dentro é assim:
Perdi vinte em vinte e nove amizades Por conta de uma pedra em minhas mãos Me embriaguei morrendo vinte e nove vezes Estou aprendendo a viver sem você Já que você não me quer mais Passei vinte e nove meses num navio E vinte e nove dias na prisão E aos vinte e nove, com o retorno de Saturno Decidi começar a viver Quando você deixou de me amar Aprendi a perdoar E a pedir perdão E vinte e nove anjos me saudaram E tive vinte e nove amigos outra vez
A cor está associada à beleza, mas os antigos também falavam de colorir para disfarçar. A palavra cor (em latim, color) é irmã da palavra ocultar (em latim, occulo). Ambas provêm de uma raiz indo-européia (anterior ao latim) kel, que significa esconder, encobrir. Colorir é também esconder com cores."
Conta pra mim, diz como eu te encontro.
Mas deixa o destino, deixe ao acaso...
falar sobre o entre (ou a que se destina) que não te fira em dúvidas te peço que não hesite em nuvens escuras seus pensamentos ou que duvide sim para que sinta a carne antes do corte para que sinta de intensa forma ira saliva queima a boca mas que sua dúvida seja certa que estou no vento por entre os seus cabelos que te vejo sob o laranja do ultimo sol da tarde direção mira de todos meus sentidos meu sopro, meus olhos, meu riso ainda que todos os impasses você é um veio, meu caminho eu, um rio.